#LIVRO DO MÊS: O Grande Gatsby

Nós adoramos clubes de livros, afinal, ler em grupo é ter com quem conversar naquele momento em que o livro está tão bom, mas tão bom, que é impossível continuar a leitura: você precisa falar com alguém a respeito dos personagens!!

Por isso quisemos trazer pro Setementes um pouco dessa experiência, e criamos essa coluna mensal, onde vocês vão ler nossos comentários a respeito do nosso “Livro do mês”.

Em janeiro lemos O Grande Gatsby, um clássico escrito pelo Scott Fitzgerald, que além de constar da lista dos “1001 livros para se ler antes de morrer”, foi adaptado para o cinema num elenco de primeira: Leonardo di Caprio e Tobey Maguire.

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Três é demais:

Particularmente, fiquei em choque com O Grande Gatsby. Confesso que li se muito esperar. Falando para Deus e ao Mundo que esse livro não mereceria estar nos “1001 livros para se ler antes de morrer”. Paguei minha língua. Nos últimos dois capítulos Scott Fitzgerald me tocou o calcanhar de Aquiles com força e sem dó. Surgiram vários questionamentos… Maiores que a quantidade de páginas. Valeu a pena, ler no celular, focar, desfocar e recomeçar. Belíssima obra.

Eu sou o número 4:

Vai ser comum neste início do livro você se sentir deslocado na história, e em outras partes também. Podem surgir alguns devaneios, mas ele vai te ajudar a refletir e repensar sobre as amizades e os amores. Vale a pena trair e se esconder? As suas amizades são pela pessoa que és? Ou por interesse? Você é feliz, pelo que tem ou por influência?

O quinto frasco:

O início desse livro é um tanto chato, mas no decorrer da história, e com um pouco de paciência, você vai criando laços com os personagens e passa a ver o Gatsby como um homem solitário, carente e fiel. Isso torna a história mais doce de se ler. Nick, seu amigo, apesar de protagonista e narrador tem um papel secundário na trama. E acaba sendo envolvido em todos os enlaces como observador. Gostei e recomendo.

Jogador número 1:

Esse romance é um soco no estômago. Scott Fitzgerald é capaz de pegar um sentimento como o amor e distorcê-lo até que ele se torne obsessão. Gatsby, meu velho, é, ao mesmo tempo, agressor e vítima, traidor e traído, apaixonado e incapaz de amar. Ao tempo em que mostra uma sociedade falida e desprovida de princípios, o livro nos mostra que existem, sim, valores que não podem ser corrompidos. E esses paradoxos transformam essa leitura em um clássico, atemporal e profundo.

Se você leu esse livro, comente, diga-nos a sua opinião!

Mês que vem tem mais!!

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1 comentário

  1. evelyntrovao · fevereiro 15, 2015

    Prazer e honra ter participado de mais esse projeto.

    Curtir

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